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		<title>usina-de-imagens: Posts recentes</title>
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		<description>Posts recentes da Usina de Imagens</description>
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			<title>usina-de-imagens: Posts recentes</title>
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		<lastBuildDate>Fri, 11 Sep 2009 11:59:00 -0300</lastBuildDate>
		
		
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			<title>Com quantos pixels se faz uma boa foto?</title>
			<link>http://www.usinadeimagens.com.br/bloggy/blogmain/blogsingle/article/o_que_o_fotografo_e_o_samurai_tem_em_comum.html</link>
			<description>Tamanho não é qualidade...</description>
			<content:encoded><![CDATA[Vivemos em uma sistema econômico e social que nos passa a ilusão, o tempo todo, de que tudo poder ser mesurado. E se tudo pode ser mesurado, a lógica deste mesmo sistema nos faz pensar, quase que subliminarmente, que quanto maior melhor. Basta olharmos as promoções das redes de <i>fast-food</i> à nossa volta...
Na fotografia, obviamente, não poderia deixar de ser assim. Todo o marketing dos fabricantes de câmeras digitais se baseia na quantidade de megapixels do equipamento. E as pessoas acabam por adquirir seus equipamentos não por causa de características que possam produzir melhores imagens, mas seduzidas pela quantidade de pontos eletrônicos disponíveis.
Sempre combati o mito dos megapixels, mas sempre achei que, ao falar que tamanho não é documento, as pessoas me olhavam de forma estranha. Mesmo porque parecia meio paradoxal: Pois sou um profissional que utiliza, desde 95, equipamentos com dezenas de megapixels.
Mas é importante separar as necessidades de um mercado específico como o meu daquelas do dia-a-dia das pessoas. E é sob este contexto que eu escrevo neste momento: Falo das câmeras compactas, milagres tecnológicos à nossa disposição neste exato momento.
Na verdade, não vou escrever mais nada, pois existe alguém mais apto para falar sobre câmeras compactas e megapixels. Chamo à cena meu amigo <link http://marioav.nadamelhor.com _blank external-link-new-window "Site do Mário"><img src="typo3/sysext/rtehtmlarea/res/accessibilityicons/img/external_link_new_window.gif" alt="" />Mário Amaya</link>, atual editor da revista <link http://photoshopcreative.com.br/ _blank external-link-new-window "Revista Photshop Creative"><img src="typo3/sysext/rtehtmlarea/res/accessibilityicons/img/external_link_new_window.gif" alt="" />Photoshop Creative</link>, companheiro de várias jornadas, há anos atrás, em que parecíamos 2 alienígenas dizendo à humanidade que um dia todos teriam uma digital... Enquanto eu fiquei nos backs digitais, o Mário se esmerou em ficar amigo das câmeras compactas (muito mais divertidas, em minha opinião).
O Mário escreveu um texto bem bacana sobre o assunto (e ao mesmo tempo fácil de entender, mesmo que você não seja um físico nuclear)  . Pedi a ele para reproduzí-lo aqui, na íntegra:
<blockquote>Entra ano, sai ano, e os sensores das câmeras digitais ganham mais alguns pixels. Agora é a hora da primeira geração a romper a barreira psicológica e mercadológica dos 10 megapixels. E uma ou outra câmera finalmente se atreve a peitar as camcorders com capacidades de vídeo vitaminadas (em alta definição, ou HD). Qual delas combina mais com você? Você está prestes a descobrir. Mas antes de ler os testes, é bom ter algumas noções importantes. Dez megapixels é resolução suficiente para preencher uma ampliação de 32 por 24 centímetros, com a mesma nitidez de uma capa de revista de arte. Mas a imagem gerada pela objetiva, em qualquer modelo de compacta, dificilmente contém detalhe suficiente para aproveitar todo esse potencial, ao contrário do que ocorre numa SLR (reflex) profissional. Conscientes dessa barreira tecnológica, as empresas fotográficas apostam cada vez mais em diferenciais nos recursos, como os novos modos de captura totalmente automáticos e funções de retoque e panorama. Além das diferenças na óptica, as variações de preço contribuem para a distinção entre as câmeras que testamos. De um lado temos as básicas e baratas (Nikon e Kodak), do outro as chiques e caras (Canon e Fujifilm). A Samsung representa um meio termo. Correndo por fora, numa categoria à parte, está a Panasonic, com sua câmera que lembra bem mais as da prestigiosa parceira Leica do que as da concorrênciaimediata, liderada pelos modelos &quot;superzoom&quot; da Canon e da Sony.Na função de vídeo, a Canon mata todas as outras com seu excelente Full HD. No que toca à qualidade pura de imagem, a Panasonic é a campeã, mesmo produzindo menos pixels que a Canon.</blockquote>
<h4>Panasonic Lumix  DMC-ZS1</h4>
<p class="align-left"><img alt="Panasonic" style="padding: 10px 15px 10px 0px; float: left;" src="fileadmin/user_upload/blog/panasonic-zs1-800.jpg" txdam="9100" height="119" width="200" />A Panasonic inventou a categoria das câmeras compactas com lentes zoom seriamente turbinadas, com zoom de 12x, como o que equipa este modelo. De visual sério, tradicionalista e industrial como todas as Lumix compactas, a ZS1 até cabe no bolso, mas no limite do conforto. O LCD é saliente e o botão seletor é macio, podendo sair da posição facilmente. Em compensação, a objetiva é uma estupenda Leica que vai de grande-angular (equivalente a 25 mm) até teleobjetiva (300 mm) em menos de dois segundos, e ainda é estabilizada e sem distorção. No modo macro, dá até para encostar a lente no objeto! O problema de ruído de sensor das Lumix anteriores foi atenuado. A capacidade devídeo é apenas suficiente para registros básicos. Com sua extrema versatilidade óptica, é perfeita para quem deseja aprender e praticar fotografia de alto nível com uma compacta.</p>
<h4>Nikon Coolpix S225</h4>
<img alt="Coolpix" title="Coolpix" style="padding-top: 10px; padding-right: 15px; padding-bottom: 10px; float: left;" src="uploads/coolpix-s225_01.jpg.jpg" txdam="9101" height="150" width="200" />Esta Nikon é a menor de todas as compactas do teste, com as dimensões de um cartão de crédito e a mesma finura das Sony Série T. É leve como uma pluma, mas o corpo é todo de metal. Despretensiosa, seu recurso mais avançado é a detecção de rosto múltipla, e a estabilização de imagem é digital e não óptica. O software interno é o mesmo da geração anterior – funcional e completo, mas bem longe do charme da Canon, por exemplo. O vídeo é apenas VGA (640x480 pixels). O modo contínuo (burst) dá uma pausa considerável após tirar sete fotos, exigindo cuidado em seu uso, e não funciona quando a função de correção de distorção da lente está ativada. Mas o ruído visível em ISO alto (800 e 1600) é surpreendentemente baixo. Em resumo, uma câmera simples, barata e de boa procedência, para levar sempre no bolso.
<h4>Canon PowerShot SD960 IS</h4>
<img alt="PowerShot" title="PowerShot" style="padding: 10px 15px 10px 0px; float: left;" src="uploads/PowerShotSD960.547x366_01.jpg.jpg" txdam="9106" height="134" width="200" />A Canon inventou o conceito da câmera digital compacta moderna, com ahistórica série IXUS/ELPH. Como as outras marcas já assimilaram o conceito, ela busca destacar-se dos imitadores com inovações no formato físico —&nbsp; a SD960 lembra um celular — e na rodinha de controle &quot;estilo iPod&quot;, presente também nos modelos profissionais da Canon. Combinada a rodinha aos elegantes menus, o resultado é a interface mais refinada dentre todas as câmeras do teste. E nem precisava: Ela foi feita para usar sempre no automático, sem preocupações com ajustes manuais. A sua impressionante velocidade ao atender aos comandos é outra boa surpresa. Para finalizar, é uma das poucas que gravam vídeo em 720p. Não é à toa que a Canon fala em &quot;gratificação imediata&quot;. Pode custar mais que outras da categoria, mas a diferença é justa.
<h4>Samsung PL50</h4>
<img alt="PL50" title="PL50" style="padding: 10px 15px 10px 0px; float: left;" src="uploads/Samsung_PL50_black_w500.jpg.jpg" txdam="9103" height="147" width="200" />A aparência conservadora desta Samsung pode enganar os desavisados.Esta câmera é repleta de recursos. Embora os puristas torçam o nariz, nós acreditamos que, no contexto da foto casual, tudo que a câmera puder fazer para ajudar é bem-vindo. Além do modo Full Auto e da detecção facial que já equipa todas as compactas, ela traz funções especiais para repetir um enquadramento prévio e também o notável Beauty Shot, que detecta as áreas de pele num retrato e as &quot;alisa&quot; automaticamente. É como um pedacinho do Photoshop trazido para dentro da câmera. Só que o processamento da foto exige esperar alguns segundos. A função Smart Album ajuda a achar as fotos por data, tema e cor predominante. Há ainda um modo de Guia de Ajuda de Foto, um ótimo guia interativo com instruções em português para novatos. O vídeo é VGA.
<h4>Kodak EasyShare M340</h4>
<img alt="EasyShare" title="EasyShare" style="padding: 10px 15px 10px 0px; float: left;" src="uploads/KODAK_EasyShare_M340_Black.jpg.jpg" txdam="9104" height="177" width="200" />O corpo da M340 é fino e leve. A disposição dos controles é à prova de enganos. Quatro botões de funções ficam alinhados ao LCD, que tem uma qualidade fora do normal. Há um pequenino botão “Share” na face traseira. Ele aciona funções de organização que são integradas ao ótimo aplicativo EasyShare, um programa similar ao iPhoto. A câmera é muito despojada; claramente foi projetada para não dar trabalho algum ao seu dono. A função de destaque é o modo guiado de panorama, que&quot;costura&quot; até três fotos na própria câmera. Só não dá para recomendá-la para captura de vídeo, pois o motor de foco da lente gera um ruído claramente audível na gravação. Um bom exemplo que deveria ser seguido pelas outras marcas é a possibilidade de recarregar a bateria a partir do seu Mac, através do cabo USB.
<h4>Fujifilm FinePix Z30</h4>
<img alt="FinePix" title="FinePix" style="padding: 10px 15px 10px 0px; float: left;" src="fileadmin/user_upload/blog/Fujifilm_FinePix_Z30.png" txdam="9105" height="159" width="200" />Esta câmera, apelidada “Sleek &amp; Curvy”, é a mais fashion do grupo, com sua estilização que lembra as antigas Olympus Stylus. O chique contorno arredondado emoldura a portinha frontal de correr e a objetiva embutida, que não sai do corpo como nas outras. Essa construção resulta numa velocidade impressionante para ligar a câmera.Ela é ridiculamente fácil de carregar no bolso. Os recursos para facilitar a foto amadora estão presentes, com destaque para o GroupTimer e o Couple Timer, que só tiram a foto de um grupo ou casal quando os rostos estão dentro do enquadramento. O único ponto polêmico são os controles traseiros. Feitos de silicone, eles estão organizados em duas fileiras e não no habitual círculo, o que requer um pouco de treino. O vídeo é VGA. O conector USB fica protegido dentro do compartimento da bateria. ]]></content:encoded>
			<category>Dicas</category>
			<category>Fatos</category>
			<category>Entrevistas</category>
			
			
			<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 11:59:00 -0300</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>O que o fotógrafo e o samurai têm em comum?</title>
			<link>http://www.usinadeimagens.com.br/bloggy/blogmain/blogsingle/article/o_que_o_fotografo_e_o_samurai_tem_em_comum_copy_1.html</link>
			<description>Aparentemente mais do que parece</description>
			<content:encoded><![CDATA[ Duas questões, no momento, me parecem fundamentais na prática fotográfica. Uma delas é a questão da simplicidade, ou <i>wabi </i><link http://www.digitalphoto.com.br/bloggy/blogmain/blogsingle/archive/2008/march/09/article/minimo-denominador-comum-simplicidade.html - external-link-new-window "Mínimo denominador comum, simplicidade"><img src="typo3/sysext/rtehtmlarea/res/accessibilityicons/img/external_link_new_window.gif" alt="" />(que já abordei em outro post)</link>. A outra é a comparação com outras filosofias e modos de interpretar a realidade.
Sempre trago na mente, como referência, o modo de vida dos samurais. E devido à minha ignorância em relação a estes, aliado ao fato de que japonês, para mim, é como se fosse um dialeto alienígena (que um dia ainda aprenderei os rudimentos se convencer algum  <link http://www.flickr.com/photos/negtate _blank external-link-new-window "Amigo fotógrafo que lê e escreve em japonês"><img src="typo3/sysext/rtehtmlarea/res/accessibilityicons/img/external_link_new_window.gif" alt="" />amigo nele fluente</link> a me ensinar), procuro devorar o que existir de literatura (em inglês ou português)  a respeito. Acabei de ler os 2 volumes do épico <link http://typo3/http://www.madeincuritiba.com.br/musashi/musashi.htm _blank external-link-new-window "Algumas informações sobre Musashi"><img src="typo3/sysext/rtehtmlarea/res/accessibilityicons/img/external_link_new_window.gif" alt="" />Musashi</link>, de Eiji Yoshikawa. São quase 2 mil páginas, que li ininterruptamente nos últimos dias.
Ao final da leitura, cheguei à conclusão que o ato de fotografar está intimamente relacionado ao treinamento físico e mental por que passa um samurai. Além disso, percebi que a câmera, assim como a espada, é feita para cortar e perfurar.
No caso da câmera, o que estamos cortando é uma fatia do mundo físico. Precisamos ser tão precisos no corte com a câmera quanto um samurai o é com a espada.
Então percebi que, se pensarmos a fotografia apenas como um processo mental, esquecemos de algo fundamental: Que é necessário preparar o corpo para sintonizar com a mente. Daí a pensar em desenvolver um método para desenvolver o <b>instinto</b> de fotógrafo, unindo corpo e mente, foi um passo.
Então escrevi as 10 dicas. Estão <link http://www.slideshare.net/batcaverna/10tipsdigitalphoto _blank external-link-new-window "10 dicas para usar sua digital"><img src="typo3/sysext/rtehtmlarea/res/accessibilityicons/img/external_link_new_window.gif" alt="" />aqui.</link>
Espero transformá-las em um workshop em breve.
Por enquanto, vou continuar meditando sobre as relações tão inesperadas que surgem&nbsp; entre a fotografia e outras formas de saber...]]></content:encoded>
			<category>Dicas</category>
			<category>Fatos</category>
			<category>Suposições</category>
			
			
			<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 11:59:00 -0300</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Paraty, para mim e para quase todos</title>
			<link>http://www.usinadeimagens.com.br/bloggy/blogmain/blogsingle/article/paraty_para_mim_e_para_alguns.html</link>
			<description>O sucesso atinge o Paraty em Foco</description>
			<content:encoded><![CDATA[Participei este ano, pela primeira vez, do <link http://www.paratyemfoco.com.br _blank external-link-new-window "Site Paraty em Foco"><img src="typo3/sysext/rtehtmlarea/res/accessibilityicons/img/external_link_new_window.gif" alt="" />Paraty em Foco</link>. Tive a oportunidade de acompanhar de perto o esforço dos organizadores e as dificuldades encontradas para se realizar um Festival neste país, qualquer que seja o tema.
Alguns dias antes do evento percebi que não havia, ao menos que fosse do meu conhecimento, nenhuma entrevista com perguntas mais diretas para a pessoa que viabilizou o evento este ano. Portanto, antes de pegar a estrada, fiz algumas perguntas ao Luiz Marinho, manager da  <link http://www.marinho.com.br _blank external-link-new-window "Site da Marinho Comercial"><img src="typo3/sysext/rtehtmlarea/res/accessibilityicons/img/external_link_new_window.gif" alt="" />Marinho Comercial</link> e responsável pela organização geral. Suas respostas foram curtas e direto ao ponto, talvez pelo fato de que ele já estivesse em Paraty, envolvido na resolução dos mil e um problemas que inevitavelmente surgem em um evento desta magnitude:
<b>Eu:</b> Como você faz para conciliar seus interesses comerciais, o amor à arte, o ego dos fotógrafos e a vaidade dos curadores em um só espaço geográfico?<br /><b>Ele:</b>&nbsp; Muito trabalho, um pouco de paciência e algumas caipirinhas.
<b>Eu:</b> Você acha que eventos isolados como o PEF são capazes de mexer com a inércia do nosso mercado fotográfico?<br /><b>Ele:</b> Sim, são nestes eventos que as pessoas se encontram e as novas idéias e parcerias surgem nas rodas de conversa (com cerveja).
<b>Eu:</b> Quais são os maiores desafios para se fazer um festival de foto no Brasil, fora do circuito das metrópoles?<br /><b>Ele:</b> Caixas, muitas caixas, logística e uma boa equipe são fundamentais para que o evento aconteça. Costumo dizer que o festival não é de quem comanda e sim das pessoas que o fazem.
<b>Eu:</b> Vamos ao que interessa: O Festival dá retorno em quais níveis (financeiro, artístico, corporativo, institucional)? Quais as suas expectativas?<br /><b>Ele:</b> O festival, além de dar muita alegria para quem gosta de fotografia, como eu, ainda pode ser um ótimo negócio a médio prazo. Minha expectativa é que com o tempo as empresas do meio percebam a importância do marketing cultural no mundo hoje.
<img style="float: right; padding-top: 10px; padding-bottom: 10px; padding-left: 10px;" src="usina/uploads/RTEmagicC_PEF-periferia_15.jpg.jpg" title="A fronteira informal" height="225" width="300" alt="" />Fazia mais de 10 anos que não ia a Paraty.  Esta cidade é um retrato típico do Brasil: O centro histórico é uma pérola da humanidade (habitada por personalidades como Roberto Irineu Marinho, <link http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Henrique_de_Orl%C3%A9ans_e_Bragan%C3%A7a _blank external-link-new-window "Bio João d'Orléans e Bragança"><img src="typo3/sysext/rtehtmlarea/res/accessibilityicons/img/external_link_new_window.gif" alt="" />Dom Joãozinho</link>, Naji Nahas(!) e outros), mas os arredores são de assustar, o horror de qualquer arquiteto ou ambientalista. Alguns fatos que chamam atenção (mas que na verdade já viraram padrão neste país, não sei porque&nbsp;ainda me espanto ao presenciá-los): As pessoas carregam bebês em motocicletas sem capacete&nbsp; e sem nenhuma outra proteção (aliás, era muito raro ver um motociclista de capacete); as casas são inacabadas e mal projetadas, e tal fato não aparenta ser devido à falta de recursos, mas sim à preguiça, desleixo e falta de vontade; a população invade ou destrói a vegetação impunemente. 
Os responsáveis pela cidade, aparentemente, somente se preocupam com o centro histórico.
A primeira impressão do Festival foi bastante favorável. Percebe-se que houve planejamento e logística na organização (embora as palavras &quot;Brasil&quot; e &quot;planejamento&quot; sejam muitas vezes como água e azeite). Mas o sucesso tem seu preço: O número de pessoas que afluíram ao evento deve ter sido bem maior do que o esperado, pois era difícil conseguir lugares disponíveis no auditório.
Acho que o Amir Klink definiu bem, em sua palestra na quinta-feira (que apesar de não estar ligada diretamente à fotografia foi uma das mais interessantes, pelos insights que trouxe), o que ocorre nos eventos em geral no Brasil: Pecamos nos pequenos detalhes. E quando o sucesso chega, os detalhes pesam.
A maioria dos eventos do Festival foi bastante interessante, mas alguns foram memoráveis:
<ul><li>Evandro Teixeira, o baiano arretado com aquele seu jeitinho brasileiro (no bom sentido), deu o exemplo ao mundo inteiro daquilo que um fotojornalista pode ser capaz.</li></ul>
<ul><li>Ralph Gibson deu um show, literalmente, com sua magnífica e corajosa performance e as imagens da noite que permaneceram em meu inconsciente.</li></ul>
<ul><li>Bruce Gilden mostrou sua competência e coragem, e também como é importante manter o &quot;foco&quot; de nosso trabalho.</li></ul>
Tenho certeza que os organizadores aprenderão muito com o sucesso que tiveram e com os detalhes que pesaram negativamente. Torço por eles e me coloco à disposição no que for necessário, mas gostaria de deixar 2 sugestões (na verdade fiz uma lista delas, mas creio que deva entregá-las diretamente aos organizadores) que com certeza devem refletir o pensamento daqueles que compareceram ao evento:
<ul><li>O formato de perguntas e respostas com entrevistador após a palestra ou apresentação do fotógrafo já está desgastado e deveria ser repensado. Ralph Gibson foi esperto o suficiente para se safar deste mico, mas imagino que possa haver modos melhores de se fazer isto. Eu mesmo imaginei um outro modelo, bem mais dinâmico.</li><li>Os pioneiros gostam, com toda a justiça, de serem homenageados. O idealizador do Parati em Foco, Giancarlo Mecarelli, talvez mereça algum tipo de destaque por parte dos organizadores (ou um prêmio com seu nome, ou talvez até uma placa comemorativa), para  que ele não tenha que fazê-lo por conta própria, como vi acontecer algumas vezes durante o evento.</li></ul>
De resto, vamos torcer para que o Paraty em Foco tenha vida longa e que o sucesso (e seus respectivos percalços) o deixe cada vez resistente e eficiente.
<blockquote><b>p.s.</b> - Uma coisa que me cansou um pouco foi a discussão infrutífera, em alguns cantos do festival, do analógico (que eu prefiro chamar de fotografia à base de prata) versus digital. Embora os organizadores tenham sido neutros, alguns participantes insistem em perder tempo com esta questão,&nbsp; a qual se torna cada vez mais irrelevante. Ninguém fica discutindo a marca do pincel de Pablo Picasso ou o solvente usado por Gauguin. Está na hora de ir além, prestar atenção nas pessoas que já passaram por isto e que estão enxergando os próximos 10 anos que vem por aí.</blockquote>]]></content:encoded>
			<category>Entrevistas</category>
			<category>Eventos</category>
			
			
			<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 18:34:00 -0300</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>David Alan Harvey, um fotógrafo de mil e uma utilidades </title>
			<link>http://www.usinadeimagens.com.br/bloggy/blogmain/blogsingle/article/david-alan-harvey-um-fotografo-de-mil-e-uma-utilidades.html</link>
			<description>Ou como transformar a fotografia em várias outras coisas</description>
			<content:encoded><![CDATA[Meu contato com <link http://www.digitalphoto.com.br/index.php?id=58&tx_ttnews[tt_news]=15&tx_ttnews[cat]=1&cHash=c13993ea44 - external-link-new-window "Link entrevista David Alan Harvey">David Alan Harvey</link> foi uma rica experiência de vida, em um momento em que me encontrava particularmente aberto a novas possibilidades neste mundinho da fotografia.
Para começar, seu aparente desprendimento do vil metal e seu amor por diversas atividades paralelas ao ato de fotografar foi um lembrete pessoal do motivo pelo qual algumas pessoas ingressam na fotografia.
David parece ter rompido com aquele mundo apertado que grande parte dos fotógrafos vivem, onde o objetivo é produzir imagens e largá-las pelo mundo, como órfãs. Ele tem uma dose tão grande de respeito por suas imagens que resolveu levá-las através de toda a cadeia da produção cultural do mundo ocidental. Ou seja, resolveu publicar seus próprios livros. Isto é realmente um ato de amor pelo próprio trabalho.
Além disso, David parece não ter medo ou vergonha de falar, discorrer, analisar seu trabalho. Como um autêntico contador de histórias. Somos capazes de ouvi-lo falar por horas e horas, sem nenhum sinal de cansaço. Também aqui reside o contraste com muitos outros fotógrafos, que são ótimos para produzir imagens mas que consideram o discurso sobre a imagem algo vergonhoso.
Sua participação como espectador e produtor de conteúdo nos momentos críticos da contemporaneidade me leva a pensar em um têrmo: meta-repórter. Sim, David vai além da reportagem: Seu trabalho traz ambos, momento e poesia visual, a um ponto comum.&nbsp; Sem&nbsp; um deles prejudicar o outro. O livro sobre o Hip-Hop (Living Proof), é um exemplo contundente desta transformação do mundano em um caminho antropológico para as futuras gerações.
Como é difícil ser contemporâneo, poeta e pensador ao mesmo tempo! Mas para David tal dificuldade, se existe, não se deixa transparecer.<a href="typo3/sysext/rtehtmlarea/mod4/select_image.php?editorNo=1&amp;expandFolder=%2Fusr%2Flocal%2Fwww%2Fusina%2Ffileadmin%2Fuser_upload%2Fnews%2Fdavid_alan_harvey%2F&amp;act=magic&amp;RTEtsConfigParams=tt_news%3A16%3Abodytext%3A61%3A3%3A61%3A#" onclick="launchView('%2Fusr%2Flocal%2Fwww%2Fusina%2Ffileadmin%2Fuser_upload%2Fnews%2Fdavid_alan_harvey%2Fhiphop.JPG'); return false;"></a>
Bom, chega de elogios. Na verdade não são exatamente rasgação de seda, mas apenas a expressão do que eu realmente achei no meu minúsculo contato com esta grande figura.
Não deixe de dar uma passada em seu <link http://www.typepad.com/t/trackback/2104552/23330712 _blank external-link-new-window "Blog David Alan Harvey">blog</link>. E de ler a <link http://www.digitalphoto.com.br/index.php?id=58&tx_ttnews[tt_news]=15&tx_ttnews[cat]=1&cHash=c13993ea44 - external-link-new-window "Entrevista David Alan Harvey">entrevista</link> que fiz com ele.
]]></content:encoded>
			<category>Entrevistas</category>
			
			
			<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 15:34:00 -0300</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Photoshop® e imagem digital, vistos na teoria</title>
			<link>http://www.usinadeimagens.com.br/bloggy/blogmain/blogsingle/article/photoshopR-e-imagem-digital-vistos-na-teoria.html</link>
			<description>Pensar pode ser tão importante quanto fazer</description>
			<content:encoded><![CDATA[Resolvi disponibilizar na Web, sob a licença Creative Commons, um texto que escrevi há uns 3 anos atrás e que recentemente virou parte de um livro sobre publicidade (Hiperpublicidade: Atividades e Tendências, editora Thomson).
O ensaio, intitulado &quot;Fotografia digital: Nova alquimia, velho substrato&quot;, trata das relações entre o novo (nem tanto) mundo digital da imagem e as velhas práticas fotográficas (embora ainda recentes). Também procura analisar as implicações da existência do Photoshop® e fazer algumas projeções em relação ao futuro. De quebra, traz uma entrevista exclusiva e muito franca sobre o assunto com Gabriel Zellmeister, o über-criativo da W. Brasil.
Segue um trecho que trata deste software tão paradigmático:
&quot;Mesmo os técnicos e artistas mais habilidosos, mesmo aqueles extremamente criativos no uso das ferramentas e metodologias de um laboratório fotográfico, jamais poderão contar com o arsenal de recursos à disposição de qualquer amador que se utilize do programa Adobe Photoshop.&quot;
Espero que o ensaio ajude na reflexão sobre o papel da imagem digital neste mundo global.
O <link http://www.relativa.com.br/livros_template.asp?Codigo_Produto=89593# _blank external-link-new-window "Livro Hiperpublicidade">livro</link>, uma série de ensaios de autores diversos, faz parte de uma coletânea da Escola de Comunicações e Artes da USP. Prefiro declinar recomendações acerca de um outro capítulo, que trata de tema ligado à fotografia publicitária.
<link fileadmin/user_upload/samples/digital-nova_alquimia_velho_substrato.pdf - download "Ensaio">Este é o link para download do ensaio.</link>
Aguardo feedback daqueles que tiverem a paciência de lê-lo até o fim.]]></content:encoded>
			<category>Suposições</category>
			
			
			<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 13:45:00 -0300</pubDate>
			<enclosure url="http://www.usinadeimagens.com.br/uploads/media/digital-nova_alquimia_velho_substrato.pdf" length ="136305" type="" />
		</item>
		
		<item>
			<title>Zen e a arte de fazer um site &quot;correto&quot;</title>
			<link>http://www.usinadeimagens.com.br/bloggy/blogmain/blogsingle/article/zen-e-a-arte-de-fazer-um-site-correto.html</link>
			<description>Título manjado, stress renovado</description>
			<content:encoded><![CDATA[Apesar do título manjado ter um motivo pessoal (sou fâ do Robert Pirsig e já li <link http://www.amazon.com/Zen-Art-Motorcycle-Maintenance-Inquiry/dp/0060589469/ref=pd_bbs_sr_1?ie=UTF8&s=books&qid=1206477520&sr=8-1 _blank external-link-new-window "Robert Pirsig - Zen...">Zen e a Arte de Manutenção de Motocicletas</link> umas 6 vezes), o fato é que os últimos dias (assim como noites e madrugadas) têm sido uma epopéia. Pois algumas novidades, detalhes e especificações do mundo Web2 eu conhecia apenas na teoria. A implementação prática é inevitavelmente sofrida.
Para evitar stress em doses além do necessário, coloquei como objetivo ganhar uma "medalhinha" do <link http://www.w3c.org _blank external-link-new-window "w3c">W3C</link>, ou seja, ter o site dentro dos padrões saudáveis da Web. Tenho horror a sites "quebrados" (mas este é um tema para outro momento). Também coloquei como meta ter ao menos 2 ítens sofrendo evolução ao longo do dia&nbsp; (perpetual beta é realmente cansativo...).
Passei então os últimos dias fazendo a limpeza completa do site, até garantir que ele estava dentro do padrão. O chato disto tudo é saber que alguns navegadores de quinta, como o Internet Explorer, vão eventualmente desrespeitar os tags e quebrar tudo mesmo assim.
A necessidade de manter a atitude Zen diante do emaranhado de protocolos e especificações técnicas destes novos tempos da Web é algo tão essencial que me sinto a escrever a coisa mais óbvia do mundo.
No caso do <link http://br.wikipedia.org/wiki/Feed _blank external-link-new-window "rss">RSS</link>, por exemplo: Existem diversas versões, assim como outros modelos de disseminação de conteúdo (Atom, RDF etc.). É de enlouquecer.
De qualquer modo, termino o dia com a medalhinha. É só conferir no canto inferior esquerdo das páginas. Porém algumas coisas ainda não estão como deveriam: No caso do newsfeed, o Firefox quebra os acentos. Ainda não descobri o por quê, já que em outros navegadores tudo funciona às mil maravilhas. Também são necessárias pequenas correções nos formulários de comments. Mais uma infinidade de micro-detalhes, os quais eu não tenho certeza se as pessoas prestam atenção ou não.
De modo geral, acho que o site adquiriu alguns elementos importantes (embora grande parte deles esteja nos bastidores). E talvez em alguns dias eu possa me dedicar com total energia às novas seções (login e acesso restrito, newsletter, venda de fotos da galeria etc.). É Zen para crer.]]></content:encoded>
			<category>Suposições</category>
			<category>Dicas</category>
			
			
			<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 17:36:00 -0300</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Afinal, como mostrar fotos às pessoas em um website?</title>
			<link>http://www.usinadeimagens.com.br/bloggy/blogmain/blogsingle/article/afinal-como-mostrar-fotos-as-pessoas-em-um-website.html</link>
			<description>E sem usar Flash. Difícil chegar a uma conclusão...</description>
			<content:encoded><![CDATA[Todo produtor de imagens quer mostrar seu trabalho da melhor forma possível. Infelizmente o conceito do "melhor possível" é relativo e depende de alguns fatores:
• Tendências do momento: A tendência define se um determinado modelo de exibição está "na moda" ou não. Se o artista vai se abstrair ou assumir uma postura em relação a isto é problema exclusivo dele.
• Tipo e formato da obra: Se a obra é bidimensional, será mais facilmente exibida nos meios convencionais. No caso de esculturas e objetos tridimensionais, a dificuldade de compreensão por parte do espectador aumenta consideravelmente.
• Tipo de mídia: Exibir fotos na Internet é bem diferente de fazê-lo em um livro de arte. Ou mesmo em uma revista com papel de qualidade. Isto é válido para qualquer formato artístico. No caso de objetos tridimensionais, porém, a Internet pode mostrá-los em vídeo, rodeando o objeto, o que facilita bastante o entendimento da obra.
É importante lembrar que <strong>em nenhum momento</strong> será utilizado o Flash para montar apresentações interativas. Isto restringe um pouco mais nosso leque de possibilidades. E deixa a pergunta no ar: Existe uma solução?
Levando os fatores acima em conta, e depois de muito pesquisar, cheguei à conclusão de que a fusão de dois formatos distintos, o show de slides e a mesa de luz, é a forma ideal de satisfazer a todos aqueles que estão acostumados a editar, contemplar ou analisar fotografias.
Felizmente várias pessoas já chegaram a esta mesma conclusão antes de mim. As ferramentas já estão prontas para serem utilizadas. E foi o que fiz: Passei três dias e três noites montando a dupla "slideshow/lightbox".
Foi criado um novo ítem no menú: Portfolio. Onde as imagens aparecem de forma randômica (ou seja, cada visita mostra um novo set de imagens) e permitem navegar de duas formas: com as flechas ou os ícones pode-se fazer um rápido reconhecimento de todas as imagens. Quando clicamos nelas, estas se abrem e ocupam toda a página, sobre um fundo preto. Dando destaque máximo às cores e composição. É realmente impressionante como fica parecido com uma mesa de luz dos tempos antigos.
O "lightbox"&nbsp; não é uma novidade. Diversos programas de edição, tais como o <link http://www.apple.com/aperture/ _blank external-link-new-window "Link Aperture">Aperture</link>, <link http://www.adobe.com/products/photoshoplightroom/ _blank external-link-new-window>Lightroom</link> e <link http://www.iview-multimedia.com/mediapro/ _blank external-link-new-window>iView Media Pro</link> utilizam este recurso já há algum tempo. Na web, o <link http://www.flickr.com/photos/batcaverna _blank external-link-new-window "Link Flickr">Flickr</link> já é um velho conhecido dos fotógrafos. O que acaba sendo uma vantagem, pois as pessoas já sabem como usar.
Para encerrar a história, creio que a resposta à pergunta inicial seja: A melhor forma de mostrar fotografias em um website talvez ainda não exista (portanto é uma pergunta sem resposta concreta no momento); porém dentro das tendências, das possibilidades e do tipo de mídia, a combinação "slideshow/lightbox" se mostrou a mais adequada.]]></content:encoded>
			<category>Suposições</category>
			
			
			<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 17:24:00 -0300</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>O que ainda falta no site</title>
			<link>http://www.usinadeimagens.com.br/bloggy/blogmain/blogsingle/article/o-que-ainda-falta-no-site.html</link>
			<description>A lista é longa...</description>
			<content:encoded><![CDATA[Após o momento do parto e os problemas que inevitavelmente ocorrem quando mostramos - para alguém -&nbsp; algo  que funcionou perfeitamente enquanto estavámos sozinhos, chega a hora de pensar no dia-dia do site. E no que significa, na prática, estar em <link http://en.wikipedia.org/wiki/Perpetual_beta _blank - "Perpetual Beta">perpetual beta</link>
Primeira conclusão, óbvia demais: Se nos permitirmos, mudaremos a cara do site 3 vezes ao dia. O que é insano.
Segunda conclusão: Sempre falta algo. Ou tem algo a mais.
Então vou tentar escapar das 2 armadilhas acima e fazer uma lista bem objetiva do que pretendo modificar no curto prazo:
<ol><li>Não estou satisfeito com os thumbnails no topo da página. Procuro uma solução que permita randomizar e mostrá-los mais miúdos, quase como um ícone mesmo. Ainda pesquisando a melhor solução para isto.</li><li>A página inicial (homepage) está bem fraquinha. Ainda não consegui uma solução interessante.</li><li>Gostaria de ter as últimas notícias aparecendo na primeira página, mas sem cair no padrão. Procuro algo diferente e simples ao mesmo tempo. Um news ticker versão 2.0</li><li>Preciso decidir se traduzo ou não todo o site para o inglês. E depois para o alemão. E depois francês. E depois...</li><li>Ainda não sei se a experiência das pessoas com a interface tem sido boa ou não. A partir deste feedback muitas coisas podem se modificar.</li><li>Falta disponibilizar mais imagens no site. Afinal eu produzo fotos, e muitas!</li><li>É necessário checar mais a fundo se a página está renderizando corretamente no universo Windows. A maior parte dos testes foi em Mac ou PCs usando FreeBSD e Linux. No iPhone a página está perfeita, no Wii também!</li><li>Penso que talvez fosse interessante ter blogs individuais para cada uma das pessoas que aparecem na equipe. Mas acho que elas não teriam tempo de manter seus blogs atualizados. Talvez algo próximo do Twitter?</li><li>Falta arrancar a página inicial que diz &quot;Um instante por favor...&quot;. Embora ela possa ser tecnicamente útil...</li><li>Falta desenvolver algo mais interativo em relação às imagens, que permita por exemplo às pessoas enviar e-Cards a partir das fotos.</li><li>Espero colocar no ar em breve a galeria virtual, para a venda direta de fotos de autoria.</li></ol>
Bom, por enquanto é isto. Daqui a meia hora, provavelmente, a lista já terá crescido uns 30%...]]></content:encoded>
			
			
			<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 13:51:00 -0300</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Mínimo denominador comum, simplicidade</title>
			<link>http://www.usinadeimagens.com.br/bloggy/blogmain/blogsingle/article/minimo-denominador-comum-simplicidade.html</link>
			<description>O que a fotografia pode aprender com um mestre Zen</description>
			<content:encoded><![CDATA[É instigante pensar a respeito do significado da palavra <strong>simplicidade</strong>. A sensação que eu tenho é que a maior parte das pessoas passa por momentos difíceis ao tentar definir, entender ou aplicá-la em sua vida, trabalho ou produção artística. Ao mesmo tempo vejo que, para outras pessoas, simplicidade é sinônimo de simplismo.
Nestes momentos em que paro para pensar a respeito desta palavrinha e da força que ela tem sobre nossa existência, percebo que é bobagem reinventar a roda. E recorro àquela escola do pensamento que mais estudou e vivenciou esta palavra: o Zen budismo.
Ponho-me a lembrar que o Zen enfatiza a tranquilidade gerada dentro da simplicidade. Lembro-me dos exemplos que comparam o estado que nossa mente deveria estar quando criamos (ou fotografamos): Igual a um céu de brigadeiro. E lembro que os mestres Zen enfatizam que devemos estar sempre abertos para o que está à nossa volta. Em um estado de eterno deslumbramento, mesmo (e talvez principalmente) com aquilo que estamos familiarizados.
A fotografia para mim é quase como uma declaração Zen. Pois não é exatamente esta uma das missões do fotógrafo, em cada clique ver o mundo como algo completamente novo, mesmo quando apontamos a câmera para o rotineiro e familiar?
Nos últimos tempos passei a levar em conta que, além da difícil tarefa de buscar o simples (e como isto é complexo!), também existe o extenuante desafio de buscar o mínimo denominador comum em todas as coisas. Ora, alguém poderia dizer que isto é o mesmo que nivelar por baixo. Eu afirmo que não: Procurar o mínimo denominador é a essência e o objeto maior da busca pela simplicidade.
Significa que podemos abrir mão do excesso se soubermos usar com equilíbrio, parcimômia e humildade aquilo que está à nossa volta neste instante.
Significa que não precisamos esperar o contexto mundial, a conjunção dos astros e o resultado do Campeonato Paulista de Futebol estarem a nosso favor para tomarmos decisões sobre como queremos expressar nossa visão de mundo.
E por último, significa que podemos democratizar nossa visão e conhecimento através de processos simples, porém efetivos.
Um exemplo: Imprimir uma foto em papel barato, do tipo papel-jornal, e ver as falhas, a textura rústica e as imperfeições surgindo à nossa frente, pode ser um excleente exercício, além de poder vir a ter grande apelo visual. Não imprimimos no papel mais barato por economia, mas sim por buscar chegar à alma dos processos. Afinal, se a arte só pode se manifestar através de materiais caros e raros, algo está se perdendo.
O que eu disse acima não significa que estamos "barateando" ou desvalorizando nossa produção, pois conseguir bons resultados com matérias-primas mais "toscas" é muito mais dificil. Experimente você mesmo...
Para os japoneses este processo é tão essencial que tem um nome: <strong>wabi</strong>. Que significa algo como "a beleza se manifestando através do despretencioso, simples, inacabado e transitório". Nossa língua, assim como o inglês, não possui um vocábulo similar. Segundo Alain de Botton, esta inexistência diz muitíssimo a respeito de nossa filosofia (ou a ausência desta) e valores estéticos. A conexão entre a beleza e valores de toda espécie é um fato que jamais deveríamos esquecer quando olhamos através do visor da câmera.
Para aqueles que desejam mergulhar no tema, dois bons começos:&nbsp;
John Loori,<link http://www.amazon.com/Zen-Creativity-Cultivating-Your-Artistic/dp/0345466330/ref=pd_bbs_sr_1?ie=UTF8&s=books&qid=1205038018&sr=8-1 _blank external-link-new-window> The Zen of Creativity: Cultivating your artistic Life</link>
Alain de Botton,<link http://www.amazon.com/Architecture-Happiness-Alain-Botton/dp/0375424431/ref=pd_bbs_2?ie=UTF8&s=books&qid=1205039729&sr=8-2 _blank external-link-new-window> The Architecture of Happiness</link>
É simples, basta começar.
]]></content:encoded>
			<category>Suposições</category>
			
			
			<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 01:40:00 -0300</pubDate>
			
		</item>
		
		<item>
			<title>Se o Photoshop® desaparecesse neste momento, você sobreviveria?</title>
			<link>http://www.usinadeimagens.com.br/bloggy/blogmain/blogsingle/article/se-o-photoshopR-desaparecesse-neste-momento-voce-sobreviveria.html</link>
			<description>Uma divagação sobre a nossa dependência do irreal</description>
			<content:encoded><![CDATA[Imagine que, neste exato momento, o programa de manipulação de imagens mais popular do mundo sumiu deste planeta. Os motivos não nos interessam, mas sim as consequências.
O que você faria?
Até que ponto sua vida passou a depender dele?
Quais seriam as alternativas?
Tentei imaginar um mundo sem Photoshop® e não consegui. Cheguei à conclusão que as imagens podem ser tão viciantes,&nbsp; quanto qualquer outro causador de vício.
Neste cenário desolador, onde passa a ser impossível esconder ou realçar atributos, cores e formas, a imagem passa a depender somente de si mesma em um primeiro momento. Resta ao criador 2 alternativas:
<ul><li>Produzir o melhor original possível</li><li>Aceitar a vida como ela é, mudando assim o paradigma estético da humanidade</li></ul>
É muito provável que alguns começassem a criar outros tipos de manipulação nas imagens: Utilizando sprays, estiletes, lápis, canetas, anilinas etc. Fotocolagem, fotomontagem e coisas do gênero.
Diante disto teríamos 2 novos caminhos:
<ul><li>Alguém chegaria à conclusão que vivemos bem melhor sem manipular a imagem</li><li>Outros achariam que o que muda é a relação com a realidade, este inefável substantivo que persegue os fotógrafos.</li></ul>
Talvez depois de alguns anos alguém criasse um novo programa, com novos métodos de manipulação da imagem. Este programa iria se tornar cada vez mais sofisticado, e voltaríamos a ter algo como temos hoje.
Ou talvez descobríssemos que podemos viver apenas com o <em>real</em> e abríssemos mão de toda e qualquer artificialidade.
No final, teríamos provavelmente dois grupos distintos, duas facções.
As duas facções com certeza iriam discutir, brigar e criar igrejas.
Depois surgiriam sub-facções. Mais tarde, as sub-sub-facções.
E no meio de toda esta dinâmica, teríamos uma ínfima parcela que teria aproveitado a ocasião para refletir sobre a imagem, não como resultado, mas como processo.
Resumindo, nada teria mudado sem o Photoshop®

]]></content:encoded>
			<category>Suposições</category>
			
			<author>digitalphoto@digitalphoto.com.br</author>
			<pubDate>Sun, 02 Mar 2008 22:00:00 -0300</pubDate>
			
		</item>
		
	</channel>
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